Inteligente, flexível, automatizada, ágil, otimizada, programável, elástica e de próxima geração.

Nosso setor tem usado essas palavras durante anos para descrever o estágio final  das redes. Com o recente aniversário de 25 anos da Ciena, ficamos algum tempo lembrando os começos e, parece que todo o setor vem usando essas descrições de redes tão ambiciosas desde que elas existem.

Talvez 2018 seja o ano em que essa "ambição" comece a se tornar "realidade".

Como nunca antes na história do setor, uma variedade de tecnologias e avanços está tornando realidade o objetivo, tão desejado por muito tempo, de uma rede mais automatizada.

Mas não é assim tão rápido.  Deixe um pouco de lado a apresentação em PPT do marketing e entre na dura realidade das operações de rede, e a maioria dos provedores de serviços manifestará que muitos dos seus processos ainda são manuais, com vários sistemas de gerenciamento de rede que requerem planilhas e ferramentas de planejamento offline até mesmo para fazer as mudanças mais simples na rede.

As operadoras de rede precisam de uma maior automação para lidar com as duras realidades do ambiente de hoje. Mas a "automação completa", ou a chamada "rede autônoma", não é precisamente a resposta que elas estão buscando, porque agora está claro que o ambiente atual não é o mesmo que enfrentarão no futuro. Neste ecossistema em constante mudança, a automação mesma sempre terá que ser revisada e reiniciada.

É pensando neste desafio que a Ciena traz the Adaptive Network aos nossos clientes. Sabemos que não é o maior ou o mais forte quem vence no mundo de amanhã, mas sim aquele que se adapta.   Adapta-se aos novos serviços.   Adapta-se ao crescimento imprevisto.   Adapta-se às mudanças na forma como as pessoas usam a conectividade sem precedentes à qual elas têm acesso.

Com o ritmo no crescimento da capacidade, dos dispositivos e da mobilidade, a definição da adaptabilidade - a mistura certa de automação, inteligência e escala - é francamente a resposta para a sobrevivência.

As três chaves para (finalmente) habilitar the Adaptive Network

Só para esclarecer, a criação de uma rede mais adaptativa precisa mais do que a determinação do setor para construí-la.  Existem avanços tecnológicos reais que devem ser trazidos para dar suporte.   São esses avanços - nutridos no cuidado daqueles que com vontade e experiência quebram o status quo - que direcionarão o setor para a realidade da Adaptive Network.

    Análise e inteligência de rede: o mundo do Big Data e Small Data se abre caminho nas redes. Nunca antes conseguimos extrair dados em tempo real da rede como o fazemos hoje.  E junto com todos esses dados vem uma capacidade para executar análises de rede como nunca antes.  O resultado é a capacidade de tomar medidas preditivas e adaptativas tanto para aumentar o tempo de atividade da rede como para adaptar-se às mudanças da mesma em tempo real.

    Controle de software e automação: à medida que o setor avança na construção de redes definidas por software (SDN) e na orquestração de vários fornecedores, a verdadeira automação de rede torna-se mais viável.  Conforme novos serviços são encomendados ou à medida que dados da rede mostram a necessidade de fazer ajustes em tempo real, uma arquitetura aberta baseada em software com orquestração de serviços multidomínio (MDSO) pode pegar esses pedidos e transformá-los em ações na rede.

    Infraestrutura programável: por trás de tudo isso existe um pool dinâmico de recursos de rede física e virtual.  A banda larga massiva agora é a aposta na mesa. Mas, ao contrário das gerações passadas, essa infraestrutura deve ser altamente escalável e aberta, com interfaces para o norte (Northbound Interface) padrão que permitem gerenciamento e controle mais ágeis.   Uma infraestrutura programável também deve possuir instrumentação avançada com a capacidade de alimentar dados de desempenho da rede em tempo real para mecanismos de análise e inteligência, de modo que se possa extrair uma visão real. Deste modo, a rede pode ser ajustada para responder dinamicamente à mudança nas demandas de largura de banda e otimizar o desempenho.

Elementos fundamentais de uma rede adaptativa conforme projetado por uma operadora

Do papel à realidade

Se bem a estrutura acima descrita é clara, isso não torna o caminho fácil de seguir. As redes de hoje são mais complexas e intrincadas do que nunca.

As boas notícias? Na Ciena estamos constantemente ouvindo nossos clientes e pensando sobre o modo como as redes precisam evoluir. A visão Adaptive Network da Ciena já leva mais de cinco anos em construção, começando com a nossa arquitetura OPn em 2012, seguida de uma série de inovações que aumentaram significativamente o nível de programabilidade das redes dos nossos clientes.  Estas incluíram a ótica coerente programável WaveLogic 3, a camada fotônica reconfigurável WaveLogic Photonics, o WaveLogic Ai, o Waveserver Ai, e o Liquid Spectrum.  Também investimos em nossas capacidades de automação e análise, apresentando recentemente o Blue Planet MCP, nossa Estrutura de análise e Práticas de soluções.   Cada uma dessas inovações tem sido desenhada levando em conta os princípios de abertura, escalabilidade e segurança, o que garante que estamos munindo nossos clientes com soluções que acabam com a complexidade e permitem que enfrentem qualquer desafio de negócios.

Embora a tecnologia desempenhe um papel crítico em qualquer evolução da rede, os provedores de rede também precisam se associar aos fornecedores que possuam o know-how e a experiência para ajudá-los a atravessar esta complexa jornada. Um sólido parceiro de serviços profissionais com a experiência certa pode prever desafios e mitigar riscos. O Ciena Services está projetado para fazer exatamente isso. Se um provedor de rede está dando o primeiro passo ou planejando uma transformação em grande escala para tornar realidade a visão the Adaptive Network, o Ciena Services tem a visão e a experiência comprovada para garantir que a jornada seja bem-sucedida.

Na realidade, a evolução para the Adaptive Network está apenas começando.  Esta é uma evolução que levará anos para ser completada.  Para muitos, é uma jornada de sobrevivência, porém, uma jornada que você não terá que fazer sozinho.  Na Ciena, contamos com a tecnologia, as pessoas e a experiência e, o mais importante, temos a força para quebrar o status quo e reformular a discussão da rede autônoma.

Em 2018, se escutará falar muito sobre redes autônomas no setor. Um ponto essencial nesta conversa é a perspectiva única da Ciena que avança em direção a uma Rede adaptativa, sendo uma abordagem mais relevante que se concentra na capacidade dos nossos clientes para prosperarem e vencerem em um ambiente complexo e extremamente competitivo.  Nossa visão de Rede adaptativa combina um conjunto único de tecnologias e serviços - incluindo a automação e além - que permitem dominar a complexidade e a incerteza que definem o mundo de hoje.

Saiba mais sobre redes adaptativas: